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Clima quente favorece a reprodução de cupins

O verão é a temporada das revoadas de cupins. Com dias muito quentes e úmidos, a estação favorece o desenvolvimento dos insetos. É nesse período que surgem aquelas nuvens dos chamados siriris ou aleluias — cupins com asas, reprodutores — em torno de pontos luminosos.

Aparentemente inofensivos, esses bichinhos invadem a casa com facilidade e, em pouco tempo, destroem móveis, quadros, livros e tudo que lhes servir de alimento.

Gerente de vendas da Insetfone, Sérgio Mendes cita os três tipos de cupins mais comuns no Rio: os arbóreos (que só atacam árvores), os de madeira seca e os subterrâneos, conhecidos como "de parede", maiores vilões.

— Não há muita prevenção para os de parede, mais difíceis de serem detectados. Já os de madeira se denunciam facilmente ao deixarem aquele famoso pozinho, que são as fezes deles.

Para prevenir danos causados pelos cupins subterrâneos, a dica é manter os móveis afastados das paredes, não acumular papel, checar sempre fundos de armários e áreas com maior umidade.

No caso dos cupins de madeira, deve-se evitar que siriris entrem em casa, apagando as luzes, colocando uma bacia com água embaixo das lâmpadas ou usando telas para proteger as janelas.

— Depois que eles invadem a casa, não há alternativa, a não ser recorrer a um tratamento especializado — explica Mendes.

Alimento

Além da madeira, que outros materiais costumam ser atacados por cupins?

De forma geral, os cupins gostam de tudo que é rico em celulose: estruturas de casas de madeira, restos de obras, móveis, quadros, livros, etc. No caso da madeira, eles comem, em uma progressão, das mais macias às mais duras. Papel e papelão são filé mignon para esses insetos. Diferentemente do que se acredita, eles não comem concreto, mas utilizam restos de obras para fazer ninhos.

Produtos

Há algum produto disponível no mercado e de fácil aplicação que elimine os cupins definitivamente?

Após uma infestação, só resta ao consumidor recorrer a um tratamento especializado. Todo o resto é paliativo. Vernizes e revestimentos especiais, querosene, creolina e outros produtos comumente aplicados em móveis de madeira só resolvem o problema na hora. Até água mata cupim. Mas, com o tempo, eles voltam.

Descupinização

Quanto custa, em média, o tratamento especializado, e com que frequência deve-se recorrer a ele?

A descupinização de um apartamento de dois quartos custa entre R$ 1.200 e R$ 1.400, com garantia de cinco anos para madeiras e de dois anos para paredes.

Fonte: www.extra.globo.com

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Proliferação de baratas aumenta na estação do calor

É nesta época do verão que o aparecimento de baratas se torna mais comum nas ruas e em residências. Afinal, é na estação do calor que ocorre a reprodução da espécie. Embora parecem inofensivas, as baratas 'carregam' microrganismos patogênicos na cutícula, asas, antenas, exoesqueleto e pernas, ou seja, praticamento todo o corpo.

Como transitam por lugares como lixos, esgotos e com má higienização, elas podem provocar muitas doenças nos humanos. Por isso, é importante ter atenção quanto ao acúmulo de lixo e a limpeza dos espaços.

Conforme o químico de um empresa de dedetização de Venâncio, Marlon Juliano Lima Weber, é nesta época do ano que aumenta a proliferação das baratas e, também, a busca pelo combate. 'A barata, entre os insetos, é a mais fácil de controlar', relata.

O profissional explica que existem dois tipos de baratas comuns no município: a periplaneta (a comum) e a blatella germânica (a menorzinha). A primeira, é mais comum em residências e a outra, é vista, principalmente, em estabelecimentos comerciais.

A blatella germânica é, segundo Weber, mais difícil de combater, pois ela aparece mais a noite. Além da dedetização, método mais eficaz para combatê-las, as formulas 'caseiras' ou os produtos comprados em supermercados também podem ajudar na eliminação. 'As vezes, mesmo limpo o ambiente, a barata pode aparecer por consequência do esgoto ou de acúmulo de lixo em algum local próximo', lembra.

Fonte: www.folhadomate.com

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